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Capítulo 32

A verdade é que eu mesma já estava plenamente satisfeita. A porção vagabunda que habita dentro da minha alma estava rindo sorrateira da forma como eu havia sido tratada e não existia outra forma mais vil e suja que pudesse me comover e verter meu desejo em lágrimas de prazer. Sou eu, um objeto puto desprovido de adoração e amor-próprio que implora pelo desdém do outro, que precisa apanhar moralmente para manter-se viva, mais viva e mais satisfeita do que quando era adornada pela mulher que me elevou à categoria de esposa sagrada.

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